Karla Oliva, Claudia Renata e Jean Cardoso

 

É incrível como vivemos rodeados de máquinas em nosso cotidiano. Muitas delas são complexas, com elevada tecnologia e grande consumo de energia. Outras são mais simples, mas nem por isso menos importantes. Estamos falando de máquinas simples! Você sabe o que são? Com certeza você as utiliza com frequência em seu dia a dia. Vamos conferir?   

As máquinas simples são dispositivos que representaram um avanço para a humanidade e para a otimização do trabalho, como a tesoura, o martelo, o abridor de latas, a vassoura e até mesmo a gangorra, que fez parte da nossa infância.

Para ampliar seu conhecimento sobre o mecanismo dessas máquinas, os alunos do 7º ano foram divididos em grupos e participaram de uma aula que uniu duas metodologias ativas de ensino: a rotação por estações e o ensino de Ciências por investigação. Foram criados quatro experimentos pautados em roteiros investigativos e, para dinamizar a vivência dos alunos, eles foram distribuídos em estações diferentes, de modo que cada grupo começou a aula em uma estação e, ao final, haviam passado também pelas outras três.

Na primeira estação, os alunos tiveram a oportunidade de verificar e confirmar a importância da roda, enfatizando seu uso em transportes. Para isso, testaram o movimento de dois objetos de formatos diferentes, um cubo e um cilindro, ambos em uma superfície plana. Depois, em uma superfície levemente inclinada, os alunos testaram os mesmos objetos e perceberam que o cilindro se move independentemente, o que não acontece com o cubo. Porém, é possível mover o cubo quando ele é colocado sobre os cilindros, que funcionam, assim, como rodas.

Na segunda estação, o desafio dos alunos era permitir que bolinhas de gude subissem escadas sem levantá-las. Para cumprir esse objetivo, eles receberam algumas placas de madeira. Todos chegaram à conclusão de que era necessário construir a segunda máquina simples: o plano inclinado, também conhecido como rampa. Esse tipo de construção facilita o transporte e a movimentação de objetos, pois reduz a força necessária para mudar a altura inicial do corpo.

Uma das máquinas simples mais utilizadas em construções civis foi apresentada na terceira estação: as polias. Os alunos, então, puderam testar o funcionamento de um conjunto de roldanas. Eles perceberam que, a cada polia móvel acrescentada no sistema, o peso do objeto suspenso era dividido por 2, até chegar na proporção de 1:4. Assim, foi possível chegar à conclusão de que as polias são uma forma eficiente de reduzir a força necessária para levantar objetos pesados.

Ao visitarem a quarta estação, os discentes entraram em contato com diferentes tipos de alavancas, máquinas simples bastante presentes em nosso cotidiano, que são formadas, no geral, por um objeto comprido (com um ponto de apoio), um local onde há a aplicação da força potente e um local de força resistente (que sofrerá a ação da força aplicada). Nessa estação, os estudantes conheceram as alavancas interfixas, como tesouras e alicates e também as interpotentes, como a pinça.

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