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O evento “Papel de Pai, Papel de Filho 2016” foi marcado pela emoção dos pais ao relembrarem momentos da infância de seu(s) filho(s), mas ao mesmo tempo, um momento de reflexão sobre como estão lidando com sua importante presença nos primeiros anos da formação de um ser humano. Com o tema “O Começo da Vida”, título do filme com direção de Estela Renner, o evento falou principalmente sobre a construção das relações de afeto e o reflexo destes momentos na vida adulta destes pequenos.

O Diretor do Colégio, Arthur Fonseca Filho, fez a abertura do evento e falou um pouco sobre a escolha do tema. Logo após, foram exibidos fragmentos importantes do filme “O começo da vida”, de Estela Renner. A primeira a desenvolver o assunto foi a psicóloga Maria Helena Masquetti,  atuante no Instituto Alana. Maria Helena explicou como o papel da mãe e do pai faz diferença e se torna a chave para construção de seres humanos equilibrados e seguros. “É fundamental que a criança consiga se comunicar com os pais e sentir incluída naquele meio, isso lhe transmitirá segurança. O amor é a substância da nossa existência, ele deve ser preservado. Dessa maneira, cada pessoa construída com essa base fará a diferença no mundo em que vivemos”, explica.

Para Deborah Joan Cardoso, psicóloga e orientadora educacional do Colégio Santa Cruz, a experiência com adolescentes lhe mostrou que as famílias devem ser presentes, e, mesmo presentes é um momento muito difícil pois os adolescentes vão em busca de novas identidades. “A saída da criança do ninho familiar se dá de qualquer forma. Os pais acabam sofrendo, pois antes eram a principal referência. Neste momento, é um diferencial muito grande que os pais tenham desenvolvido um campo forte de relacionamento com os filhos. É muito difícil para um pai sair da função do lugar de afeto e referência e fazer o embate”, conclui. 

A mãe das alunas Lívia e Paula, Marselha Bortolan Caram, falou um pouco sobre sua dedicação após o nascimento das filhas. “É preciso estar presente, escutar, impor limites com autoridade e amá-los acima de tudo. Os filhos são joias a serem lapidadas com amor, para que se tornem pessoas de bem”, conclui Marselha. A mãe Maria Beatriz Falcão Margotti, mãe das gêmeas XX e XX, explicou que ela e o marido sempre priorizam um ambiente harmônico e de muito amor. “Nossa prioridade sempre foi essa, esperamos dessa forma criar seres humanos emocionalmente estáveis. O exemplo dado dentro de casa e o amor são as bases fortes para que isso aconteça”, explica Maria Beatriz.